Pesquisar este blog

quarta-feira, 23 de maio de 2018

O que é considerado plágio e o que não é considerado plágio

Abaixo segue uma pequena exemplificação das principais posturas que são adotadas quando se escreve uma monografia, trabalho de diplomação, dissertação ou tese. Algumas vezes, por falta de clareza são cometidos deslizes que podem ser considerados plágio. Este guia serve como uma orientação, a fim de evitar que seja cometido plágio nos trabalhos do curso. Salienta-se que devem ser observadas as regras vigentes da ABNT para redação científica.
Mais informações em: 

Saiba como evitar o plágio em trabalhos acadêmicos

Ao escrever artigo acadêmico, trabalho de conclusão de curso ou outra pesquisa, o autor deve tomar cuidado para não cometer plágio, que pode ser mais comum e tênue do que se imagina. A detectação da prática, no Brasil, já levou à recusa de artigos e à perda de titulação do pesquisador. O plágio mais grotesco é a cópia integral de um trabalho, mas há a versão parcial ou com tópicos sutis, que podem ser detectados por programas e sites (veja abaixo).  No plágio, o texto é, em geral, uma mistura com cópias de parágrafos e frases de outros autores ou de ideias e conceitos parafraseados sem a citação da fonte original. Quadros, tabelas e imagens copiadas sem a correta indicação da fonte ou autorização também se encaixam nesse exemplo.Mais informações em: 
http://www.ufjf.br/noticias/2017/05/04/saiba-como-evitar-o-plagio-em-trabalhos-academicos/

sexta-feira, 4 de maio de 2018

Repositório Institucional aguarda sua colaboração

Em atividade desde 2016, o Pantheon é um serviço disponibilizado para toda a comunidade acadêmica pelo Sistema de Bibliotecas e Informação da UFRJ (SiBi) em parceria com a Superintendência de Tecnologia de Informação e Comunicação (SuperTIC). O objetivo é a criação de um espaço para registro e disseminação da produção científica, cultural, artística, técnica e tecnológica da Universidade. "O repositório é uma formalização do espírito universitário", afirma a coordenadora do SiBi, Paula Mello. "Todas as produções, seja da área de saúde, econômica, social ou tecnológica, são da UFRJ. E faltava um lugar para que todos pudessem dizer nós somos UFRJ, independente da área que eu venha. Somos parte desta instituição. E o que eu fiz aqui? O que eu fiz por ela? Está tudo lá no Pantheon." De relatórios técnicos a teses de doutorado, passando por trabalhos de conclusão de curso, patentes e dissertações de mestrado, todo o material produzido na UFRJ, em formato digital, poderá ser disponibilizado na íntegra e acessado remotamente. Segundo Paula Mello, uma das maiores vantagens do repositório é a capacidade de projeção: "No momento em que um trabalho entra no Pantheon, ele recebe um número de identificador digital, e os programas buscadores nacionais e internacionais são comunicados desse novo material. Isso gera uma projeção fora da Universidade e aumenta sua visibilidade". O número de downloads dos arquivos do repositório corrobora essa afirmação. Apenas no ano de 2016, foram mais de 107 mil pedidos vindos de diversas partes do mundo. A maior exposição dos trabalhos e a filosofia de acesso livre não significam uma fragilidade na segurança de autoria das produções. O sistema utilizado no Pantheon cria uma identificação unívoca entre cada objeto com seus dados básicos e sua origem, na internet. "Tudo que está no Pantheon é recuperável. Colocando parte do texto, é possível encontrar todo o trabalho. Além disso, o número da identificação guarda a data de entrada do documento. Isso garante a autoridade", afirma Samantha Pontes, do Departamento de Desenvolvimento de Bibliotecas do SiBi. "Todo conteúdo está no domínio da UFRJ, o que garante a chancela da instituição." Os trabalhos disponibilizados por autores ou orientadores devem cumprir alguns critérios: ser uma produção realizada no âmbito da UFRJ, estar em formato digital e ter acesso aberto, ou seja, não apresentar qualquer embaraço com direitos de publicação. Acesse o site do Pantheon para publicar ou consultar material acadêmico da UFRJ. FONTE: https://ufrj.br/noticia/2017/08/21/repositorio-institucional-aguarda-sua-colaboracao

VOCÊ CONHECE - GUIA PRÁTICO PARA NORMALIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS DA BIBLIOTECA DO IPPUR/UFRJ?

Clique no link e acesse: GUIA PRÁTICO PARA NORMALIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS DA BIBLIOTECA DO IPPUR/UFRJ.
O Guia Prático para Normalização de Trabalhos Acadêmicos tem como objetivo auxiliar os alunos do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano e Regional da Universidade Federal do Rio de Janeiro (IPPUR/UFRJ) na elaboração dos seus trabalhos acadêmicos. 
https://drive.google.com/…/1qK0XtXAWB8eW3HNFIsCHSRfSMk…/view

domingo, 22 de abril de 2018

Dúvida - GOOGLE ACADÊMICO

VOCÊ SABIA QUE O GOOGLE ACADÊMICO POSSUI UM SERVIÇO DE ALERTA QUE TE MANTÉM ATUALIZADO SOBRE ARTIGOS E OUTROS TEXTOS ACADÊMICOS DE SEU INTERESSE?
Veja como é simples utilizar esse serviço:
 Acesse https://scholar.google.com.br/ e faça login com sua conta Google (aquela mesma que você utiliza para acessar o Gmail, o YouTube, o Google Drive, etc.).
 Clique no menu lateral e escolha “Alertas”.
 Clique em “Criar alerta”.
 Preencha o campo “Consulta de alerta” com um assunto de seu interesse.
 Melhore seus resultados utilizado asteriscos e aspas:
palavra1 * palavra2 o Google trará somente os documentos em que constam as duas palavras
“palavra1 palavra2 palavra3” o Google trará somente documentos em que as palavras constam nesta ordem, o que é muito útil nos casos em que buscamos uma expressão com mais de uma palavra.
 Clique em “Criar alerta”, para finalizar.



quinta-feira, 19 de abril de 2018

Dúvida - Fator de Impacto das revistas científicas

O Fator de Impacto (FI), ou Impact Factor (IF) como foi originalmente nomeado, é a principal métrica utilizada para avaliar as revistas científicas por todo o mundo ao contabilizar as citações recebidas, sendo que até mesmo no Brasil algumas comissões do Qualis Periódicos utilizam a ferramenta para compor suas avaliações. Mais em: https://galoa.com.br/blog/o-que-e-fator-de-impacto-das-revistas-cientificas

quarta-feira, 11 de abril de 2018

Boletim Novas Aquisições da Biblioteca do IPPUR/UFRJ Jan./Mar. 2018

Prezados Usuários​​,
Mais uma vez preparamos especialmente para vocês o Boletim Novas Aquisições da Biblioteca do IPPUR/UFRJ. Editado trimestralmente, o Boletim arrola os itens que passaram a integrar o acervo da Biblioteca do IPPUR/UFRJ por meio de doações, permutas e compras. Agora a edição digital de Jan./Mar. 2018 está dividida em duas partes:  BOLETIM DE NOVAS AQUISIÇÕES - LIVROS e BOLETIM DE NOVAS AQUISIÇÕES - DISSERTAÇÕES E TESES. Para facilitar,  o Boletim traz a capa dos livros e o número de chamada dos itens, ou seja, a localização de cada publicação no acervo da biblioteca. Já o BOLETIM DE NOVAS AQUISIÇÕES - DISSERTAÇÕES E TESES disponibiliza a URL dos arquivos digitais em pdf das dissertações e teses. Visualize nosso Boletim no link

terça-feira, 10 de abril de 2018

20 diferentes razões para uma pesquisa chegar a resultados não confirmáveis

Documento da Real Academia de Artes e Ciências da Holanda propõe mudanças em práticas de pesquisa a fim de reduzir a publicação de artigos cujos resultados ninguém consegue repetir. O relatório enumera 20 diferentes razões para uma pesquisa chegar a resultados não confirmáveis. 

segunda-feira, 9 de abril de 2018

Dúvida - Citações traduzidas em trabalhos acadêmicos

Citações traduzidas:

EXEMPLO
"Citação citação citação citação citação citação citação citação citação citação." (AUTORIA, ano, página, tradução nossa). 

NOTA: O termo tradução nossa é acrescentado numa citação quando for uma tradução realizada pelo aluno/usuário que estiver fazendo a citação

Abaixo da citação pode incluir uma nota de rodapé da citação no idioma original (neste exemplo em inglês), onde está o texto: 

EXEMPLO
"Citation citation citation citation citation citation citation citation citation citation." (AUTORIA, ano, página). 


É bastante provável que, em algum momento, você precisará incluir em um de seus trabalhos acadêmicos uma citação em outro idioma. Nesse caso, mantenha a citação no idioma original (se for aceitável no contexto do seu trabalho) ou faça a tradução para o português. Ao traduzir a citação, inclua a expressão “tradução nossa” dentro dos parênteses. Opcionalmente, inclua a citação original em uma nota de rodapé.

https://www.facebook.com/biblitoral/photos/a.436277353068432.110809.395209507175217/2009240879105397/?type=3&theater

sexta-feira, 6 de abril de 2018

Dúvida:O que é o ISBN ?




Um termo que encontramos frequentemente no mundo dos livros é o ISBN . Certamente, mais do que um de vocês já ouviu essas quatro letras na ocasião. Embora muitas pessoas possam não saber o que isso significa. Portanto, explicamos abaixo o que é.

Desta forma, você pode conhecer sua utilidade e importância. Além da existência de pesquisadores de ISBN. Toda essa informação irá fornecer-lhe mais informações sobre a forma como o setor funciona hoje.

O que é o ISBN?
O ISBN é um código internacional padronizado para livros (International Standard Book Number). Este código atua como um identificador exclusivo para livros. Então, graças a isso, é relatado em cada edição de um trabalho corretamente (título, autor, etc.). Além de ser útil ao sistematizar a produção editorial. Uma vez que também ajuda a tornar a logística mais simples.

Portanto, podemos ver que o ISBN é um código que nos ajuda a identificar um livro específicoEmbora seja importante saber que este código não está associado a um trabalho específico, mas a cada edição específica dele. Então, dependendo da edição do livro, o ISBN será diferente, mesmo que o livro seja o mesmo.

Além disso, é um código que facilita muito o gerenciamento de distribuidores e bibliotecas. De fato, embora não seja obrigatório que um livro tenha, atualmente muitas livrarias não aceitam vender livros que não possuem o código. Desde então, o gerenciamento é muito mais simples.

Até 2006, o ISBN tinha 10 dígitos no total. Embora, desde janeiro de 2007, tenha sido estabelecido que eles tiveram que ter um total de 13 dígitos. Algo que ainda é válido hoje. Eles são calculados usando uma fórmula matemática específica e sempre incluem um dígito de verificação que é responsável pela validação do código.



Elementos de um ISBN
Como dissemos, é composto por um total de 13 dígitos. Em geral, um ISBN consiste em cinco elementos separados um do outro por um espaço ou um hífen. Além disso, três desses cinco elementos podem ter um comprimento diferente. Estes são os elementos que este tipo de código sempre apresenta:  

Prefixo: este elemento sempre possui 3 dígitos de comprimento. Além disso, atualmente, ele só pode ser 978 ou 979. 

Elemento do grupo de registro: este é o elemento que ajuda a identificar uma área geográfica (país, região ...) ou uma área linguística específica que participa do sistema. Neste caso, pode ter um comprimento entre 1 e 5 dígitos. 

Elemento Eleitor: é o responsável pela identificação do editor ou editor. Pode ter até 7 dígitos de comprimento.

Elemento de publicação: este elemento identifica uma edição específica e formato do trabalho. Pode ter até 6 dígitos. 

Dígito de controle: Este é o último e único dígito que valida o resto do número. Portanto, sua importância é máxima. É calculado usando o sistema do Módulo 10 com pesos alternativos de 1 e 3.

Para o qual é o ISBN?

Que tipo de publicações usam um ISBN?



Acima, dissemos que o ISBN é um código cuja função principal é agir como um identificador. Esta é essencialmente a tarefa deste código. É usado por editores, lojas (on-line e física) e também outros membros da cadeia comercial. Graças a este código, você pode identificar o produto. Além de acompanhá-lo em pedidos, na venda (para acompanhar as unidades vendidas e as lojas). Portanto, é um elemento que facilita muito o processo de gerenciamento de um livro. Além de ser um elemento muito útil ao procurar um livro. Como podemos usar o ISBN tanto nas lojas como nas bibliotecas para encontrar um livro específico.

Qualquer livro disponível para o público pode usar um ISBN. Não importa se este livro é gratuito ou se tiver um preço de venda. Este código sempre pode ser usado para identificar este trabalho. Além disso, as peças individualizadas (capítulos, artigos de revistas ou publicações em série) podem usar o código se assim o desejarem. Mas, como já dissemos antes, não é obrigatório.

No caso de formatos de texto para eBook, também não é obrigatório. Na verdade, encontramos algumas livrarias online que não requerem um código ISBN e não usam. Embora, em geral, vemos que muitos colocam por que esses formatos para eBook também fazem uso do código. Mas isso geralmente é uma decisão que cai no autor.

Além disso, é importante saber que o ISBN custa dinheiro. No caso da Espanha, você deve pagar cerca de 45 euros. Para muitos, isso pode significar um custo que eles não estão dispostos a pagar, para que eles possam tomar a decisão de não fazê-lo. Mas isso pressupõe que o livro não estará em bancos de dados. Portanto, não pode ser localizado dessa maneira. Algo que certamente pode limitar o impacto do livro no mercado.

Pesquisadores de ISBN
Nós podemos procurar um livro usando seu ISBN. Uma maneira muito útil para localizar um livro em um banco de dados ou em lojas ou bibliotecas. Além disso, temos pesquisadores de ISBN, tanto em órgãos públicos quanto em sites de algumas lojas. Assim, podemos usar essas ferramentas para identificar o livro que estamos procurando.

Na Espanha, temos uma Agência do ISBN. Ele lida com todos os assuntos relacionados a este código, desde o registro até a busca. Além disso, o Ministério da Educação, Cultura e Esporte possui um banco de dados que podemos usar para encontrar livros com base em seu ISBN, ou procure um livro para conhecer seu código ISBN. 

Além disso, também temos opções privadas. Nós temos sites vendendo livros que nos permitem pesquisar usando este código. Uma das opções mais úteis que nos ajuda a encontrar livros e onde comprá-los é Todos os seus livros, você pode ver a web. Graças a essas ferramentas, você também pode encontrar um livro específico que você deseja comprar. Além disso, também temos lojas como a Casa del Libro que nos permitem pesquisar usando o código.


Esperamos que esta informação tenha sido útil para você saber mais sobre os ISBNs e a utilidade que eles nos oferecem. Como você pode ver, eles se tornaram uma parte essencial da indústria, pois oferecem muitas vantagens a todas as partes envolvidas nela.


NOTA: No Brasil, a Biblioteca Nacional coordena e supervisiona as atividades técnicas da Agência Brasileira - ISBN, em parceria com a Fundação Miguel de Cervantes responsável pela gerência administrativa e pela interface com a Agência Internacional. Consulte: www.isbn.bn.br/

quarta-feira, 4 de abril de 2018

DÚVIDA - 7 MOTIVOS QUE FAZEM SEU ARTIGO SER RECUSADO POR UM PERIÓDICO.

Reunimos aqui as causas mais frequentes para a recusa de artigos. O seu artigo pode ser rejeitado por um editor de periódicos antes mesmo enviado para revisão pelos pares.

E OS POSSÍVEIS MOTIVOS PARA ISSO SÃO:
ü  O artigo não é relevante para os leitores dessa revista.
ü  O artigo não contribui para novos conhecimentos na disciplina ou na aplicação de conhecimento.
ü  O artigo não atende aos padrões éticos estabelecidos pelo periódico.
ü  O artigo está mal escrito ou o documento não foi preparado de acordo com as diretrizes da revista para submissão.

Os motivos acima mencionados também podem ser dados pelos revisores de periódicos como razões para rejeitar um artigo uma vez que ele passou pelo processo de revisão. Os motivos por que um artigo foi rejeitado uma vez revisados por pares ​​são principalmente:

1) PROBLEMAS ÉTICOS
ü  Se refere a uma conduta inadequada do autor.
De que maneira?
ü  Detecção de plágio.
ü  Uso exagerado de autocitação ou problemas de não indicação de autorização para pesquisa.
ü  O autor emite opiniões, sentimentos desnecessários em artigo científico.
ü  O autor deveria ter tido uma distância crítica para analisar a obra.
ü  A pesquisa não é objetiva e isenta.
ü  Não há informação sobre termo de consentimento informado e aprovação pelo comitê de ética.
ü  Falta ética ao nomear o sujeito de estudo (principalmente quando se refere a patologias, por exemplo “crianças down”).
ü  As referências utilizadas parecem ser de caráter ideológico e opinativo.

2) PROBLEMAS COM OS OBJETOS OU INSTRUMENTOS DE ESTUDO
Se refere a formulação de questionários e entrevistas, aos objetos ou instrumentos metodológicos utilizados pelos autores.
Por exemplo, há falhas na construção no instrumento de coleta e isso enviesa o resultado da pesquisa. Ou quando o instrumento de coleta, não possibilita identificar as relações entre o discurso e a prática.
Além do erro na escolha do instrumental da pesquisa, a recusa também ocorre quando há uma inadequação quanto ao objeto da pesquisa.
Seja na descrição, no tamanho da amostra, no objetivo.

3) PROBLEMAS DE ORIGINALIDADE
Na maioria dos periódicos as normas para publicação exigem que o manuscrito seja original. No sentido de que não tenha sido apresentado em evento ou outra revista e que se constitua num texto relevante para a área. Quando o artigo já foi publicado sob outra forma, tais como tese, dissertação, trabalho apresentado em evento, esta informação deve constar no momento da submissão do manuscrito, para que o editor julgue se envia, ou não, para a avaliação. Vários periódicos não aceitam trabalhos publicados em eventos, ainda que tenham sido expandidos. Essa é uma questão bastante diversa.

4) PROBLEMAS DE REDAÇÃO
O trabalho científico é avaliado por sua qualidade de conteúdo e por sua qualidade formal. Diz respeito aos meios e formas usados na produção do trabalho, de acordo com os ritos acadêmicos. Nesta categoria, estão relacionados os problemas observados à forma do manuscrito e que comprometem a exatidão, a clareza e a comunicabilidade da mensagem que o autor pretende transmitir.
Erros de redação, digitação, ortografia, concordância verbal, gramática, parágrafos sem conclusão, linguagem telegráfica ou truncada, além de pobreza no estilo e na escrita. Quando o autor se coloca na primeira pessoa do singular, noutras, no singular, repete termos na mesma frase e deixa os parágrafos sem nexo também é um problema. Enfim, as orações precisam ser mais bem explicadas para as frases ganharem sentido. Escrever com clareza é uma aptidão a ser desenvolvida.

5) PROBLEMAS DE NORMALIZAÇÃO
Se referem ao atendimento, à normalização de um texto cientifico de acordo com as normas do periódico. E também das regras que visam à qualidade e precisão dos aspectos da comunicação cientifica e que comprometem a qualidade e o desenvolvimento lógico do texto. São exemplos de problemas com normas que acarretam a recusa do artigo:
ü  O resumo não atende as normas.
ü  Não atende as normas do periódico.
ü  Referências bibliográficas fora das normas, citações incorretas e falta de referências citadas.
ü  Foge à política editorial do periódico.
ü  A sessão/formato do artigo errada
ü  Excessivo número de notas de rodapé, algumas desnecessárias.

6) PROBLEMAS DE APROFUNDAMENTO TEÓRICO
Ao elaborar o texto, o autor demonstra o que leu e aprendeu sobre o assunto, descrevendo seu referencial com base nos autores lidos.
Os avaliadores também procuram observar o “diálogo” que o autor promove entre os teóricos incluídos no artigo e a coerência no uso das teorias selecionadas.
Dentre os principais pontos considerados motivos para a recusa podemos citar:
ü Conteúdo confuso. Ou seja, o autor não consegue expressar suas ideias com clareza.
ü Suporte bibliográfico reduzido.
ü Pouca consistência teórica.
ü Imprecisão conceitual. 
ü Não cita autores e trabalhos importantes no tema ou cita de modo equivocado.
ü Incoerência interna do texto: qual a base filosófica em que o autor se apoia?O texto não constitui diálogo entre os autores apresentados.

7) PROBLEMAS DE METODOLOGIA CIENTÍFICA
São pontos que causam uma avaliação negativa:
ü  Metodologia inadequada, frágil, ou quando não é clara.
ü  Enfoque metodológico superficial. 
ü  Falta profundidade nas discussões.
ü  Dados empíricos não sustentam a discussão pretendida.
ü  Carece de dados empíricos para a discussão.
ü  Falta tabelas e gráficos para explicar melhor o texto.
ü  Conclusões frágeis.
ü  Trabalha pouco os dados.
ü  Não alcançou o(s) objetivo(s) proposto(s).
ü  Não esclarece os procedimentos adotados para análise.

Um artigo recusado é sempre uma possibilidade de aprimoramento.E passada a frustração inicial é hora de retomar o trabalho.
Uma dica para evitar artigos recusados é antes de submeter conferir se:
ü   A questão da pesquisa é significativa e o trabalho é original?
ü  Os instrumentos demonstram ter uma confiabilidade e validade satisfatória?
ü  Os resultados estão claramente relacionadas às variáveis ​​com as quais a investigação se preocupa?
ü  O projeto de pesquisa prova totalmente e sem ambiguidade a hipótese?
ü  Os participantes são representativos da população para a qual são feitas generalizações?
ü  A pesquisa está em estágio suficientemente avançado para tornar a publicação de resultados significativa?

Publicado por Priscila Jacobsen

FONTE: https://www.ufrgs.br/blogdabc/7-motivos-que-fazem-seu-artigo-ser-recusado-por-um-periodico/